
hoje apetecia-me ser condutora de uma ambulância. para poder pôr as sirenes ininterruptamente, para poder buzinar como se não houvesse amanhã, quando os outros carros não se desviam o suficiente. para poder conduzir feito louca, no meio da cidade labiríntica. para poder gritar e exteriorizar com alguma propriedade.
na impossibilidade, houve uma senhora da epal que já levou em cheio. se eu pedi para cortarem a água amanhã, se eles disseram que sim senhor, se me deram um papel a confirmar o pedido. porque raio me telefonaram a avisar que já tinham cortado. trabalho a dobrar, pois é andam a tomar iniciativas quando não devem. água de volta.
1 comentário:
Nos meus momentos de devaneio, sonho que não sou advogada, mas sim condutora das ambulâncias do INEM (ah pois é, que eu não conduzo qualquer lata :))... e que ando aí pela cidade a abrir com a adrenalina ao máximo!
Depois acordo... :)
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