
eu gostei que ela - elizabeth/norah jones - se tivesse ido embora para a seu tempo voltar para ele ,depois de esquecer o que a tinha levado a partir.
gostei que ele - jeremy/jude law - se mantivesse no mesmo sítio à espera, e esclarecesse que o que esperava se transformou noutra pessoa.
gostei das histórias que ela viu. do papel de confidente. do conforto que deu. das conversas. do que aprendeu. gostei quando se cruzou com a sue lynn - rachel weisz - e beth - natalie portman,que apesar de a abafarem, são uma parte do percurso.
gostei dos postais enviados para ny a revelar-se. a desabafar.
2 comentários:
O formato de viajante confidente já vi noutros filmes, mas realmente este tem qualquer coisa de diferente. Impressionantemente bem transmitido o ambiente de um café daqueles numa em qualquer cidade como aquela. A solidão e a saudade muito bem contadas na história do Tennessee. E um grande, grande pequeno papel da Natalie Portman.
e eu gostava de provar aquela tarte.
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