18 maio 2010

" o inspector crespo gostava de coincidências porque a vida estava cheia delas. mas era preciso aceitá-las em silêncio, simplesmente, porque não podiam utilizar-se como argumentos para tomar medidas preventivas. de modo que fez a única coisa que um polícia atordoado com o peso de uma coincidência podia fazer: nada."

a sombra do que fomos
luís sepulveda

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